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Por que parece que você sente mais atração justamente por quem não te escolhe de verdade?Você cresceu acreditando que precisava se ajustar ou fazer al
Este é o Tratamento de Divorcio Energético. Com a força de Shiva, Deus da destruição, para que o novo renasça, feito com a mesa Radionica de Shiva, qu
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Quando pensamos em alimentação, não incluímos tudo aquilo que vemos e ouvimos, mas será mesmo que todo este conteúdo externo consumido não afeta nossa saúde? É comum ver pessoas em busca de uma vida saudável através de uma boa nutrição, a saúde física não costuma ser negligenciada. Mas raramente alimentamos o mental, o emocional, ou até mesmo o espiritual, através dos outros sentidos do corpo humano. A clássica frase "você é o que você come" também se aplica ao que você vê e ouve, até mesmo ao que chega pelo tato ou pelo olfato afeta nossa saúde internamente. Se tudo o que você está vendo, assistindo, ouvindo e curtindo fosse convertido em alimentos, como seria este banquete? Vamos refletir sobre isso: geralmente o conteúdo mais consumido nas mídias tradicionais e na internet envolve violência, miséria, preconceito, traição, brigas e discursos de ódio. Se estamos vendo e ouvindo, esse conteúdo é absorvido pelo nosso corpo de alguma forma e é claro que isso não nos faz bem. Mas diferente do que seria uma alimentação que nos faz mal e evitamos comer de novo, o que comemos com os olhos e ouvidos demora muito tempo para despertar os sintomas. É um processo lento que aos poucos nos transforma em pessoas amargas, azedas, ácidas, salgadas ou até sem sal. E infelizmente mal percebemos isso porque todas as outras pessoas ao redor também estão ficando assim, o que traz a falsa sensação de que isso é natural. É natural se lamentar com as tragédias do mundo e sentir que não temos sequer o direito de reclamar porque há situações piores acontecendo o tempo todo. Enquanto isso, ficamos com o dedo no vidro do celular consumindo tudo que há de mais tóxico nesse mundo porque "engaja", porque temos medo de ficar pra trás e perder alguma informação importante que seja tendência (FOMO), porque queremos consumir o que todo mundo está consumindo e nesse caso as novelas, as séries, os filmes raramente nos despertam alegria e amor, nosso vicio é odiar as malvadezas apresentadas nas telas até como forma de socialização. No campo da música não é muito diferente. É comum ouvir sobre vingança, sofrimento, traição, assuntos que nos deixam em estado de alerta como se tivéssemos que provar para todos aqueles que não acreditaram em nós que eles deveriam se arrepender por terem feito isso. Quando o tema é hiperssexualização parece que a coisa até piora: consumimos uma vontade sobre-humana de sermos desejados por quem desejamos como se a vida girasse em torno das genitálias, criando objetivos inalcançáveis que podem até nos deformar fisicamente quando criamos uma visão tão distorcida das nossas aparências que todo procedimento estético e dias na academia nunca parecem ser o suficiente. Onde está a mensagem que diz que na verdade devemos dar atenção a quem gosta da gente ao invés de tentar agradar quem não nos quer por perto? Quando vai chegar a hora de consumirmos alguma informação mais edificante que não nos humilhe por não termos tudo, por mais impossível que isso parece ser? O que escolhemos ver e ouvir no nosso cotidiano? A questão não é encontrar algo para assistir que não seja prejudicial, mas sim ter temperança, saber alternar entre aquele noticiário horrível e um vídeo inspirador, aquela música explícita e aquele som bem composto. Somos feitos de nuances, não podemos ficar 100% do tempo consumindo a mesma coisa, até mesmo na dieta nutricional é preciso variar o cardápio e o mesmo acontece com o que você vê e ouve. A mudança começa com uma dieta. Do jeito que fazemos com o nosso corpo físico. Assim como há pessoas em busca de uma vida mais saudável que cortam o açúcar, o glúten ou carboidratos, também nos sentimos melhor quando cortamos a violência, o drama, o discurso de ódio e a toxicidade daquilo que consumimos. Faça o teste, por um dia veja e ouça algo completamente diferente daquilo que costuma consumir, mesmo que seja o silêncio do vazio. Às vezes a gente só precisa fazer carinho no doguinho, pisar na grama, olhar pro céu, ouvir o canto dos pássaros, olhar ao redor e sentir o ambiente externo antes de querer qualquer coisa. Os resultados são impressionantes e imediatos. Sabemos que o corpo libera endorfina, adrenalina, dopamina e tantas outras químicas que afetam diretamente o nosso humor e, como consequência, a nossa saúde. Por que consumir aquilo que nos deprime se podemos consumir algo que desperte boas memórias, algo que renove nosso humor? Na maioria das vezes sequer custa alguma coisa. É algo que você pode fazer por si, mas não fazemos porque estamos inclinados a acreditar que se não estamos sendo remunerados por isso, não tem porque fazer. Aí a vida perde o gosto, vira desgosto. Ficamos com aquela cara fechada e quando percebemos já se passaram dias, meses, anos. Quem que vai cobrar você por isso senão você mesmo no futuro? Podemos viver emburrados e podemos viver jocosamente, vai depender daquilo que vemos e ouvimos, não daquilo que comemos. Lembre-se que alimentação não é só comida na boca. Mas que também comemos com os olhos, os ouvidos e todos os outros sentidos do corpo humano. Sentir outros sabores que não seja somente pelo paladar vai estimular as outras funções do corpo humano, faz bem para a saúde mental, emocional e espiritual. A sua versão do futuro agradece. Paz & Bem Artigo enviado por Tárcio - Psicoterapeuta Holístico e de vidas passadas, Registros Akáshicos, Tarô de Marselha, Sola Busca, Mitelli, Renascentista, Belline, Umbra Docens, Egípcio, Kier, Dalí, Suíço, Mantegna, Zen Osho, Waite e Visconti, Baralhos ciganos, espanhol, lusófonos e especiais. Kipper, Ogham, metafísica e Interpretação de Sonhos. Para consultar com ele ou ver os depoimentos que ele já recebeu, clique aqui. |
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