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O processo de cura após um aborto é algo mais importante do que se possa parecer. Aqui não abordarei apenas o aborto provocado conscientemente, mas também aqueles gerados espontaneamente. Isso vale para quando tomamos aquelas pílulas do dia seguinte, chás e até mesmo na menstruação quando observamos algo de estranho, mas achamos que é normal.

A energia que fica no corpo feminino após o aborto é algo mais forte do que você possa imaginar. A cura é necessária pois o processo é profundamente emocional e espiritual. E o principal motivo dessa energia se reter e nos travar de alguma forma é porque não completamos o aprendizado que teríamos e a espiritualidade o deixa como "pendente" em nossos arquivos. Isso nos dá a sensação de que algumas coisas parecem travar em nossas vidas e não sabemos o motivo.

Viktor Frankl: “Quando não podemos mais mudar uma situação, somos desafiados a mudar a nós mesmos.” É para destravar muitas áreas em sua vida que vamos iniciar o tratamento para a cura sobre todos os abortos que você já teve ao longo de sua vida.

Primeiramente, separe caneta e papel para fazer as anotações que serão necessárias e não deixe de fazer esse tratamento de forma sincera e envolvendo todos os sentimentos que você já possui dentro de si mesma, apenas se permita sentir para poder seguir em frente depois. Dedique-se 100% a isso, deixando de lado distrações que poderão impactar na sua cura efetiva.

 

🔵 TRATAMENTO PARA CURA

 

Para iniciarmos, vou te convidar a refletir sobre as perguntas abaixo e anotar suas respostas sinceras antes de dar seguimento com esse tratamento.

Lembre-se de que responder sinceramente essas perguntas faz parte do tratamento. Ou seja, o quanto mais sincera e profunda você for ao responder, mais próxima da cura estará. Opte por respostas grandes, com sentimento e honestidade.

 

🔹 1) Você lembra de ter feito um aborto consciente? E inconsciente? 

🔹2) Como estava sua vida na época que você abortou? (Caso não lembre de ter feito, pode ignorar essa pergunta)

🔹 3) Quando falamos sobre a palavra "aborto", o que vem em sua mente? 

🔹4) Você já se sentiu rejeitada por alguém em um momento vulnerável? Quem? (Descreva uma ou mais situações)

🔹5) Como você reage quando sente que alguém não está pronto para acolher suas necessidades ou sentimentos?

🔹 6) De que maneira você pode começar a oferecer mais acolhimento a si mesma quando se sentir rejeitada?

 

 

🔵 APRENDIZADO

 

O principal aprendizado que fica pendente após um aborto é sobre rejeição X acolhimento. 

A dificuldade em reconhecer que rejeitamos algo ou alguém em nossa vida está ligada à nossa própria dificuldade em aceitar que fomos rejeitadas no passado. Quando somos rejeitados, muitas vezes julgamos quem nos rejeitou e, naquele momento de dor, prometemos a nós mesmos que nunca faremos o mesmo, para não nos tornarmos como aquela pessoa. Este julgamento cria uma resistência interna a reconhecer que também somos capazes de rejeitar.

Não é fácil reconhecer erros, por mais humilde que você possa se considerar. Aqui não estamos falando sobre reconhecer algo à alguém, mas sobre fazer isso consigo mesma. Afinal, se julgamos quem nos rejeitou e, naquele momento, nos prometemos não fazer o mesmo para não sermos como aquela pessoa que nos rejeitou, como é para nós reconhecermos que também rejeitamos?

Esta rejeição não reconhecida cria uma prisão emocional. Não reconhecer que também rejeitamos nos impede de lidar com a culpa e a dor associadas a esse ato, porque não queremos admitir que somos "aquele tipo de pessoa", para podermos seguir julgando.

Porém, quando damos a liberdade ao outro de ter nos rejeitado porque passamos a considerar que ele teve seus motivos, como talvez não estar pronto, também nos permitimos o autoperdão por não estarmos prontos e por termos rejeitado algo ou alguém.

Ao aceitar que a rejeição pode ser uma resposta a circunstâncias específicas e não um reflexo do nosso valor, conseguimos aliviar a dor emocional. Reconhecer que tanto a rejeição quanto o acolhimento são apenas partes dos nossos aprendizados nos ajuda a encontrar a paz interior e a liberdade emocional.

A cura acontece quando libertamos o outro por não ter nos acolhido quando queríamos ou precisávamos, porque assim não estaremos mais nos culpando de forma inconsciente e escondida por já termos feito o mesmo. Você é obrigada a perdoar, compreender e a libertar quem te rejeitou? Não. Mas enquanto não fizer isso, de forma sincera, a condenação que você dá ao outro será a mesma que está agindo em você, de dentro pra fora. Considere "condenação" tudo aquilo que você deseja para quem te rejeitou.

Este processo de compreensão e aceitação é essencial para aliviar a culpa e promover a cura após um aborto. Pois o aborto também é uma forma de rejeição à alguém que talvez você nem notou que quis existir através de você. 

Para darmos seguimento ao tratamento, anote as respostas das perguntas abaixo, uma a uma, sem ler a pergunta seguinte antes de responder a anterior:

 

🔹 ​7) Qual a condenação que você dá a quem te rejeitou? (Descreva tudo que deseja ou desejou que acontecesse às pessoas que já te rejeitaram. Isso pode incluir solidão, acidentes, falência ou outros cortes em geral)

🔹 8) Você compreende que toda condenação que faz ao outro reflete sua própria "juíza interna"? Quando você rejeita alguém, está também se autocondenando da mesma forma, mesmo que não perceba isso racionalmente. Como uma pessoa racional e adulta, você sabe que não possui controle sobre o que acontece na vida do outro e essa condenação pode não afetar a outra pessoa.

O que talvez você não saiba, é que em vez disso, essa lei interna que você criou, ou seja, essa lei da condenação tende a criar situações em sua própria vida que te fazem passar pela mesma condenação que você impôs ao outro. A pergunta para refletir e anotar a resposta é: o que exatamente você escreveu na resposta anterior que está manifestando em sua vida agora? Qual a condenação que você inconscientemente se impôs?

🔹 9) Você sente que ainda carrega ressentimentos sobre a rejeição que sofreu?

🔹 10) O que você acredita que motivou a rejeição que sofreu?

🔹 11) Como você pode começar a praticar a aceitação em vez da condenação, tanto para si mesma quanto para os outros?

 

Brené Brown tem abordado amplamente temas de rejeição, acolhimento e autoperdão em seu trabalho. Em seu livro "A Coragem de Ser Imperfeito" ela diz: "Aceitar-se é a coragem de mostrar-se como realmente somos. É ter compaixão de nós mesmos o suficiente para parar de nos julgar por nossos erros e imperfeições. Para acolhermos a nós mesmos, precisamos abraçar a vulnerabilidade e entender que somos dignos de amor e aceitação exatamente como somos, sem precisar provar nada a ninguém.”

Não estamos abordando o outro, não precisamos mostrar como somos ou o que fizemos aos outros, é tudo sobre nosso eu interno, nossa relação conosco mesmo. Compreender os motivos do outro, mesmo quando não os conhecemos completamente, é fundamental para evitar a autocondenação. Pois muitas vezes, se nem nós sabemos ao certo o que ou por que fazemos algo, quem somos nós para julgar o outro que também pode estar passando pela mesma coisa?

Muitas vezes, julgamos as ações dos outros sem compreender plenamente suas circunstâncias, histórias de vida ou desafios pessoais. Ao fazer isso, corremos o risco de nos colocarmos em um papel de juiz implacável, alimentando sentimentos de culpa e ressentimento, criando leis e mais leis internas que irão mais tarde se voltar contra nós. Reconhecer que nem sempre temos todas as respostas e que as pessoas agem com base em suas próprias experiências nos permite cultivar uma perspectiva mais compassiva e tolerante em relação a nós mesmos e aos outros.

 

Duas frases que são importantes você escrever e nunca mais esquecer: 

 

  • Sigmund Freud: “A voz do intelecto é suave, mas não descansa até ser ouvida.” - Reconheça seus sentimentos e emoções para iniciar a cura.

  • Carl Jung: “Quem olha para fora, sonha; quem olha para dentro, desperta.” - Olhe para dentro de si e compreenda suas próprias motivações e medos.

 

 

🔵 PASSO A PASSO PARA O PROCESSO DE CURA

 

1) Reconhecimento

Reconheça o ato sem justificativas:

  • A primeira etapa é reconhecer que você realizou um aborto. Não tente justificar ou racionalizar a decisão. Aceite o fato como ele é. Anote "eu fiz um aborto" (se souber racionalmente quantos já fez, escreva o número)

2) Reflita sobre seu estado emocional e circunstâncias

  • Lembre-se do contexto em que você estava quando tomou essa decisão.

  • Quais eram seus medos, inseguranças e sentimentos na época?

  • Como você pensava sobre a ideia de ter uma criança naquele momento?

3) Converse com a energia da criança

  • Convide a alma ou energia do bebê, chamando-a carinhosamente de "filho" ou "filha".

  • Explique como você se sentiu quando descobriu a gravidez e o que te levou a tomar a decisão do aborto. Para quem nunca fez um aborto consciente, apenas diga os motivos de não ter desejado um filho, como não saber da possibilidade etc.

  • Expresse suas emoções, medos e inseguranças. Diga que sua decisão não foi algo pessoal, não foi sobre a criança, mas sobre suas próprias dificuldades e limitações naquele momento.

  • Fale ou escreva para a criança da maneira que gostaria que alguém que te rejeitou no passado falasse com você.

4) Visualização

Encaminhe a energia para a luz:

  • Feche seus olhos e visualize a criança sendo acolhida de acordo com sua crença e fé. Pode ser por anjos, talvez subindo numa nuvem colorida que a leva para o céu. Não existe uma forma correta e única de fazer, apenas faça como sentir. Você talvez queira fazer um velório/enterro.

  • Faça o que sentir ser o correto, de acordo com seu juízo interno. O importante é você enviar essa(s) energia(s) para a luz!

5) Reflexão sobre Rejeição Pessoal

Reavalie experiências de rejeição em sua vida:

  • Pense nas pessoas que te fizeram sentir rejeitada ou "abortada" emocionalmente.

  • Compreenda que essas pessoas também tinham suas próprias questões e limitações, assim como você tinha na época do aborto.

  • Num exercício similar ao anterior, visualize todas essas pessoas e olhe para elas com um olhar de compaixão e compreensão.

  • Libere qualquer ressentimento, entendendo que todos têm suas próprias lutas e que a rejeição que você sentiu não era sobre você, mas sobre as dificuldades delas.

6) Aceitação de Si Mesma

Aceite sua capacidade de amar e cuidar:

  • Reconheça que você é capaz de gerar, manter e nutrir vida. Isso afetará todas as áreas de sua vida onde você se sente travada.

  • Permita-se sentir a automaternidade e o amor dentro de você.

 

Este processo de cura e libertação é profundo e transformador. Ele permite que você encontre a paz dentro de si mesma e se liberte de travas que nem sabia que tinha! Espero ter te auxiliado com todo esse passo a passo.

Namastê

 

*Artigo enviado por Fabrícia - Terapeuta Holística e de Vidas Passadas, Coach, Capsimetria, Especialista em Trabalhar o Perdão Interno, Cartomancia, Tarot Waite, Pêndulo, Florais de Bach, Códigos de Cura e Mesa Radiônica.

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