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Imagine por um segundo que você é como a personagem de um dos maiores e mais conhecidos contos de fadas: Rapunzel, presa em uma torre por uma bruxa malvada que retira toda a sua liberdade e te condena à uma vida solitária. Puxa!

E se eu te dissesse que é muito provável que você seja a moça do conto? Impossível? Nem tanto.

Todos os dias somos bombardeados por informações da mídia, relatos de pessoas bem sucedidas e de como alcançaram o desejado reconhecimento na sua área, mas também recebemos outros relatos sobre pessoas que não se saíram tão bem. E, porque somos seres humanos, sentimos medo.

“O medo é uma torre sem portas. Há apenas uma janela para espiar o mundo lá fora e desejar o que parece inalcançável.”

O medo do fracasso. Medo da cobrança. Medo da decepção. O medo de si mesmo. O medo do medo.

A Rapunzel sempre pôde descer da torre e abandonar aquela vida isolada de tudo e todos, seus cabelos eram compridos o suficiente para que usasse de corda. Entretanto, ela nunca fugia. Passava todas as noites sonhando com o mundo exterior, com aventuras e maravilhas. E, por incrível que pareça, ela sempre teve tudo isso à mão, mas nunca esticou o braço para pegar.

Talvez fosse o medo da figura autoritária que sua mãe representava, reprimindo os desejos e sonhos da garota. Os familiares muitas vezes nos colocam pra baixo, acreditando que sabem o que é melhor para nossas vidas. Ou talvez, fosse o medo do que enfrentaria lá fora, no mundo real, da frustração ou do risco de se desapontar com o que um dia foi apenas imaginação.

Também não podemos ignorar o fato de que a proibição de sua mãe instigou sua vontade de abandonar o lar, transgredindo todas as recomendações acerca do perigo que existia no mundo aqui fora. E, sinceramente, sua mãe (que na verdade era uma bruxa malvada) nem estava errada, o mundo fora da torre era agressivo, selvagem e era muito difícil de sobreviver.

Apesar de tudo isso, a garota se jogou.

Rapunzel tinha milhões de motivos para continuar na torre com sua mãe mais ou menos carinhosa, com suas meias verdades e seus sonhos pintados da cor do impossível. E ela ficou por um tempo. Mas quando uma oportunidade apareceu, ela quebrou todas aquelas barreiras, mentais e físicas, e saltou rumo a um novo futuro.

“Contudo, o medo não desapareceu. Ele continuava ali espreitando, porque ser corajoso não é matar o medo, é aprender a viver com ele.”

O que a Rapunzel fez foi tentar lutar contra suas próprias inseguranças, sempre com a esperança de um amanhã melhor, sem nunca ignorar os problemas do agora. Ela se apegou ao seu maior desejo e impediu que algo a detivesse. Sua liberdade teve um preço, talvez caro demais, mas a recompensa futura superou qualquer expectativa.

Viver é difícil.

Acordar pela manhã e fazer escolhas também.

Criar fantasias na sua cabeça é quase um pecado (quando se esquece do mundo real).

Mesmo assim, vivemos, fazemos escolhas e sonhamos com glória, amor, sucesso, felicidade, etc… Porque no final de tudo, somos apenas humanos. Pode até parecer clichê, mas você é responsável por boa parte das coisas que acontecem na sua vida, tal como Rapunzel. Tudo bem que não foi escolha dela ser presa em uma torre, mas foi inteiramente escolha dela fugir desse cativeiro e construir uma nova história.

Não crie barreiras, torres e nem castelos para te impedir de viver seus sonhos. Acredite em si mesmo, seja corajoso e esteja disposto a fugir de quantas torres forem necessárias. Independente de qual seja o seu final feliz ideal, vá buscá-lo!

Fuja da torre. (Autor Desconhecido)

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